Arquiteto Rinaldo

Arquiteto X Engenheiro

 

De acordo com a Lei 5.194 de 25 de Dezembro de 1966 e pela resolução 218 de 29 de Junho de 1973 do CONFEA - Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, na área das edificações urbanas tanto o Engenheiro quanto o Arquiteto tem as mesmas atribuições profissionais.

Isto é o arquiteto é legalmente habilitado para projetar e calcular um edifício, assim como o Engenheiro Civil pode projetar e calcular um edifício, portanto legalmente não há distinção entre Engenheiros Civis e Arquitetos.

A Grande diferença entre Arquitetos e Engenheiros Civis está na formação acadêmica de cada um. Numa abordagem mais genérica a formação do Arquiteto é baseada em disciplinas de projeto distribuídas em 5 anos de cursos, com uma carga de aproximadamente 3.500 horas só de projeto e cerca de 500 horas para o desenvolvimento de cálculos estruturais e de resistência dos materiais.

O engenheiro Civil tem em sua formação 4.000 horas de cálculos estruturais, resistência dos materiais, física e etc., e 160 horas ou menos para o desenvolvimento de projeto de arquitetônico.
O Arquiteto e o Engenheiro Civil tem um objetivo em comum, edificar com qualidade, solidez e economia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O que é Arquitetura?

 

O que é arquitetura?

"Arquitetura é antes de mais nada construção, mas, construção concebida com o propósito primordial de ordenar e organizar o espaço para determinada finalidade e visando a determinada intenção. E nesse processo fundamental de ordenar e expressar-se ela se revela igualmente arte plástica, porquanto nos inumeráveis problemas com que se defronta o arquiteto desde a germinação do projeto até a conclusão efetiva da obra, há sempre, para cada caso específico, certa margem final de opção entre os limites - máximo e mínimo - determinados pelo cálculo, preconizados pela técnica, condicionados pelo meio, reclamados pela função ou impostos pelo programa, - cabendo então ao sentimento individual do arquiteto, no que ele tem de artista, portanto, escolher na escala dos valores contidos entre dois valores extremos, a forma plástica apropriada a cada pormenor em função da unidade última da obra idealizada."

"A intenção plástica que semelhante escolha subentende é precisamente o que distingue a arquitetura da simples construção."

"Por outro lado, a arquitetura depende ainda, necessariamente, da época da sua ocorrência, do meio físico e social a que pertence, da técnica decorrente dos materiais empregados e, finalmente, dos objetivos e dos recursos financeiros disponíveis para a realização da obra, ou seja, do programa proposto."

"Pode-se então definir arquitetura como construção concebida com a intenção de ordenar e organizar plasticamente o espaço, em função de uma determinada época, de um determinado meio, de uma determinada técnica e de um determinado programa."

COSTA, Lúcio (1902-1998). Considerações sobre arte contemporânea (1940). In: Lúcio Costa, Registro de uma vivência. São Paulo: Empresa das Artes, 1995. 608p.il.

 

 

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